Metodologia
Todo número do Day in Port vem de algum lugar, e preferimos mostrar como chegamos até ele a pedir que você confie numa caixa-preta.
Um banco de dados só, não um chute por página
Por trás de cada página de porto existe um único banco de dados estruturado de terminais, distâncias, opções de transporte, padrões de desembarque e tempos de imigração. Quando melhoramos um dado de um terminal específico, todas as páginas construídas em cima dele melhoram junto — o conteúdo não é escrito do zero, separadamente, para cada idioma e cada porto.
Fato, estimativa e o quanto confiamos nisso
Alguns números são quase fato: a distância de um terminal até o centro, um horário de tender publicado. Outros são estimativas construídas em cima de padrões que observamos — quanto tempo uma fila costuma levar em alta temporada, o quanto o trânsito de uma cidade realmente varia. A gente não mistura os dois sem avisar.
Cada dado carrega três coisas: de onde veio, quando foi checado pela última vez e um nível de confiança — alto, médio ou baixo. Quando não temos certeza, dizemos isso, em vez de vestir um chute de fato.
Como a calculadora chega a um número
O cálculo do tempo útil parte do horário nominal do navio no porto e desconta, em ordem: desembarque ou tender, imigração quando existe, o deslocamento até a primeira parada e uma margem de retorno segura, ajustada aos fatores de risco daquele porto específico.
O índice de risco usa os mesmos dados, com mais peso no que é mais provável dar errado naquele porto em particular — uma única estrada de acesso, uma balsa pouco confiável, um histórico de trânsito em alta temporada de cruzeiros.
Avise quando algo mudar
Dado de porto muda: abre um terminal novo, uma linha de ônibus muda de rota, uma fila que antes levava vinte minutos agora leva cinquenta. Toda página de porto tem um jeito de relatar uma mudança, e correções em dados que afetam segurança — tempo, distância, confiabilidade de transporte — furam a fila e são revisadas antes de qualquer outra coisa na nossa lista.